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Domingo, 18 de Abril de 2010

11º Capítulo - Promessa

Hey heyy,

peço desculpa ontem não deu mesmo... mas este capítulo é grande :D

Mudei a música, descobri o Matthew Mayfield há pouco tempo e notei que as músicas dele condizem quase todas com a fic x)

Na hiperligação, há mais fotos em baixo e vocês podem ver o que eles comeram ;D

Bem-vinda Caty :D

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Beijinhos,

Marii K.

 

 

XI

 

 

Era muito apertado. Era muito largo. A cor era demasiado ofuscante, uns brilhantes aqui, outros ali, não faziam mal nenhum.

- Em cinza era mais bonito, não achas Alice?

Ela limitou-se a assentir com a cabeça. Despiu o vestido por baixo e pegou no cinza sem manifestar.

- Se não queres fazer isto, não faças! – Avisou a mãe.

- Não – limitou-se a responder.

- Não o quê?

- Nada mãe. Vamos só acabar com isto – disse em tom de impaciência.

Alice acabou de vestir o vestido e a mãe apertou-o nas costas. Depois afastou-se um metro da filha, olhou por momentos e depois aproximou-se, arranjou o decote, puxou as alças para trás como se de um manequim se tratasse.

- Vaudyn! – Gritou, e Alice fechou os olhos. Um, dois, três, quatro, cinco, seis, sete… – faltavam poucos segundos para aquilo acabar. Já eram oito da noite.

- Diga, Signora Vaughn

- Eu gosto deste, gostas deste Alice?

- Sim, é bonito mãe.

Irinna Vaughn revirou os olhos. Arranjou o cabelo e depois olhou para o vestido de novo.

- Vaudyn, quero que o arranjes aqui nas alças, não quero este decote exagerado. Depois… a cauda parece-me curta. Não percebo porque fazem estes vestidos assim… De qualquer maneira acho-o bom, mas vai precisar destes retoques. Amanhã, traz-me as jóias sim? – Olhou para o relógio – agora já me parece tarde, e a Alice está com certeza cansada.

Vaudyn anotou tudo num bloco e sorriu para Alice.

- Quando sair, entregue-me o vestido – pediu. E saiu da sala.

Alice tirou o vestido tão rápido que parecia sentir-se sufocada.

- Estás com muita pressa… - notou a mãe.

Ela não lhe respondeu. Vestiu rapidamente o vestido com que tinha vindo e calçou as botas, agarrou no casaco e pegou no vestido.

- Onde vais afinal? – Perguntou a mãe. – Vais chegar de novo àquelas bonitas horas?

- Tenho de ir tratar de uns assuntos mãe.

- Esses assuntos têm aparecido nas revistas Alice. Não penses que sou cega.

A mãe, tirou-lhe o vestido das mãos, e andou directa para a porta. Mas depois voltou-se para trás. Alice estava com a mesma expressão serena. Olhou a mãe com respeito, sempre assim tinha sido.

- Espero muito sinceramente – fez uma pausa – que tudo o que eles digam nas revistas seja apenas exageros. Sabes o que eu penso, sabes que estas coisas… não vou tolerar.

Alice assentiu com a cabeça.

- Estou-te a dar o benefício da dúvida, espero bem que isso seja uma amizade inocente de uns dias. Afinal, ele não vai ficar por cá, certo Alice?

Ela concordou de novo. Comprimiu os lábios e depois pediu licença. Saiu da sala e desceu as escadas a correr, tirando da cabeça as palavras da mãe e dando lugar aos olhos ternos de Tom, que a miravam perto da porta de entrada do hotel. Ela atirou o cabelo para trás, suspirou de olhos fechados e deu-se por feliz, por pelo menos o ter a ele, para a libertar dos dramas maternais.

- Estás bem? – Perguntou ele.

Ela não respondeu, agarrou na mão dele e arrastou-o pela saída até entrarem dentro de um táxi.

- East Village, Crif Dogs – indicou.

- Onde vamos? – perguntou Tom.

- Da outra vez também não me disseste pois não? Eu até disse a morada, não tenho culpa que não conheças Nova Iorque.

Tom assentiu. Observou as luzes altas e coloridas da cidade e pensou que de tantas cidades onde esteve, pouco ou nada conhecia delas. Conhecia os recintos do concerto, o backstage, a comida dos hotéis, as estradas de mais fácil acesso. Mas as pessoas, as ruas, o ambiente, não conhecia. Não sabia se as ruas eram limpas ou não, não sabiam se serviam o café cheio em chávenas ou em copos de tamanho quase industrial. Não via as principais atracções. Entrava numa cidade e saía dela como se fosse uma sala fechada, em que demoramos pouco a assimilar as decorações, os objectos presentes e os cheiros, porque não há mais nada para ver ou sentir do que meros pormenores.

Alice espreitava pela janela, com uma relativa ansiedade.

- Tenho fome – queixou-se Tom, de facto foi a única coisa que se lembrou de dizer.

- Oh, agora vais matar a fome, tenho a certeza! – Disse ela com uma gargalhada.

Depois de mais uns minutos de viagem o táxi parou e Tom, estando do lado da estrada, esperou que Alice saísse e o puxasse de dentro do táxi com entusiasmo. Antes de sair deu três notas ao taxista que seguiu um metro mais à frente para outros clientes entrarem.

- Tcharan! – Gritou Alice, enquanto apontava para uma enorme salsicha pendurada na parede onde figurava a frase “eat me”. – Crif Dogs! Os melhores cachorros quentes que alguma vez irás comer!

Tom gargalhou, olhou para as escadas íngremes e mais uma vez Alice puxou-o.

- Vá, anda…não tinhas fome?

Alice agarrou-lhe na mão, como um acto normal e passou por entre a multidão, parecia não ter problemas em ser conhecida, mas também num lugar tão atolado, poucas pessoas conseguiam olhar em volta e conhecer alguém.

- Vou pedir para ti, porque tu não percebes nada – disse ela com um sorriso, e largou a sua mão para apontar os cartazes. – Gostas de picante?

Tom assentiu com a cabeça e nem teve coragem de lhe referir ser vegetariano. Era uma vez e afinal…ela tinha tido todo este esforço.

- Um Chihuahua dog e um Spicy Redneck – ouviu-a pedir.

Depois de o pedido chegar, Alice entregou a Tom um enorme cachorro quente e ela saiu também com outro.

- Não nos vamos sentar? – Perguntou ele.

- Não! Eu não consigo comer isto e ficar quieta, tenho de andar para conseguir comer isto tudo – disse a sorrir. Colocou as mãos nas costas dele e empurrou-o pelas escadas acima e colocou o capuz do casaco, Tom fez o mesmo, duvidando que assim não seriam reconhecidos, mas valia a pena tentar. Alice deu um pulinho e tomou o braço de Tom.

- Anda – e começou a percorrer a rua pelo caminho inverso que tinham feito.

 

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abdominais:
De ztiluak a 18 de Abril de 2010 às 13:20
Que fofinhos, estou a imaginalos na rua a comer cachorros e nao sei porque mas da-me vontade de rir.

A mãe dela esta a ser mesmo parva, nao percebe que a Alice gosta de estar com o Tom? ( mas tambem quem nao gosta).

posta mais pff. bjs


De ztiluak a 18 de Abril de 2010 às 13:21
pela primeira vez na minha insignificante vida fui a primeira a comentar! xD


De ∞ quinn a 18 de Abril de 2010 às 13:54
Hey :)
Não gosto da mãe da Alice u.u'
Uhuh, o Tom gosta tanto da Alice que até come carne por ela x)
Quero mais :D
Beijinhos.


De Tommazinha a 18 de Abril de 2010 às 13:59
Hallo!!!
Os capítulos agora são maiores *.*
Yeihhhhh!!!! xD

Tadinha da Alice, já está farta de experimentar vestidos e coisas desse género. Vê-se que aquele não é bem o meio dela!
Mas depois tem a mãe que a está permanentemente a avisar sobre as seus comportamentos =S
O que lhe vale é que tem o Mr. Tom Kaulitz, que até abriu uma excepção ao vegetarianismo para lhe agradar =D
Aiii, é só amorrr!!!
Quero maissssssss e muito maisssss porque tou a amar cada vez mais esta fic!!!

Bjão grande ;)


De Melancia a 18 de Abril de 2010 às 22:23
Ohhh, tao querido! Ele nao disse que era vegetariano so por ela! Que fofis lol. Gostei do capitulo! Deu para conhecer melhor a personagem de Alice, coitada ela sofre por causa da mae. É super controladora, e quase que nao a deixa respeirar. É visivel que ela se sente sufocada, e necessita de se soltar, de se libertar. Mas a coisa boa é que ela encontra no Tom aquilo que a mae nem sequer deixa procura. Ela com ele sente-se bem, sente-se viva outra vez e penso que isso é notorio em ambos, pois tb o Tom sente algo que torna a relacaao deles especial e unica. Continua :)

kuss


De Caty a 18 de Abril de 2010 às 23:11
Olá
Não gosto da mãe dela.
Que fofinhos a comer cachorros pela rua.
Bjs


De ourfanfiction a 19 de Abril de 2010 às 01:23
Hello (again) :D

Tenho pena da Alice, parece frustrante exprimentar tanta coisa! Percebe-se que esta mesmo farta daquela vida, tao cobiçada por todos" mas claro que Tom esta la para suavizar e tornar o dia (um pouco) melhor :D
Coitadinho, sacrificou-se por ela, para comer um hot dog :D e mesmo Tommi
Ah e adorei a hiperligaçao! ahah mesmo comico, "eat me" como sempre, tens aquela marca na escrita que me faz sorrir :D por isso e que adooooro as tuas fics mari! QUERO MAIS, SIM? E desculpa a demora!

Grande beijinhoo
Love yaaa**


De SoniaKaulitz a 19 de Abril de 2010 às 16:10
LOOl....que fixe...eles estão taum proximos mal posso esperar que eles se enrrolem um co outro.~
Coitada da rapariga a mãe dela e uma autentica bruxa.....OBRIGADO KERIDAH pelo capitulo ter crescido um pouco, Bjinhos e postaq maissss =)





De Maria a 9 de Maio de 2010 às 13:26
Olá querida! :)
Eles estão cada vez mais próximos, mais íntimos um com o outro! Não gostei nada da atitude da mãe dela, a Alice já é maior de idade e sabe o quer e quem quer...não precisa das opiniões da mãe!
Beijinhos grandes, dear!


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