Fics

Love is not a feeling... It's strength.
Quarta-feira, 31 de Março de 2010

1º Capítulo - Promessa

Bah, comentários outra vez [baba]

Mas vá, hoje nem digo nada, vou directamente para a fic, visto que estiveram todo o santo dia à espera do 1º capítulo.

:)

 

Beijinhos,

Marii K.

 

 

“Promessa”

Fanfic por: Marii K.

 

 

Love is not a feeling…

It’s strength.

 

Início: 31 Março de 2010

Fim:--,--,----

Categoria: Drama, Romance

Personagens: Tom Kaulitz, Alice Vaughn, Bill Kaulitz, Georg Listing, Gustav Schäfer, Irinna Vaughn, David Jost, Richard Solenad

 


I


A música estava alta. Os corpos à sua volta, no entanto, pouco se balançavam ao seu som. Pousou o copo vermelho numa coluna. Tinha pedido a bebida há pouco tempo, mas de facto, esta noite não lhe apetecia beber, apenas tinha partido a ponta do copo e não queria fazer mais estragos. Continuou atrás de Bill, Georg e Gustav que se dirigiam para os sofás do canto do jardim iluminado por luzes frenéticas. Os vestidos reluziam à luz dos focos quentes, os cabelos meticulosamente apanhados das celebridades começavam a desprender-se da sua jaula de ganchos e laca. A maquilhagem já poucos cuidados de retoques tinham, e o comportamento das pessoas iam exactamente pelo mesmo caminho.

- Já reparaste que quase ninguém dança? – Perguntou Tom ao ouvido de Georg assim que se sentaram.

Ele limitou-se a encolher os ombros. Provavelmente não tinha percebido a pergunta. Olhou de seguida para Gustav que conversava baixo com Bill e voltou a abanar Georg.

- O David?

- Não sei. Acho que encontrou algum amigo.

Tom assentiu e deixou a cabeça descair. A primeira coisa que pensou quando se levantou de manhã não foi numa afterparty, mas sim, em mais uma hora de sono.

- Olha, aquela está a dançar! – Sentiu o cotovelo de Georg bater bruscamente no braço e chegou à conclusão que afinal o amigo estava com atenção ao que ele dizia.

- Quem?

Georg apontou e Tom inclinou a cabeça até subir o olhar por um vestido negro, que deixava à vista apenas um pouco de pele branca que reluzia aos efeitos dos focos. O cabelo loiro prendia-se num arranjo na nuca da cabeça e dançava tal qual um prolongamento do seu corpo ao som da música.

- Quem é? – Perguntou.

Georg encolheu os ombros e continuou a observá-la num olhar fixado.

Tom sorriu, levantou-se e infiltrou-se no meio de grupos de pessoas bem vestidas e de boas maneiras. À medida que andava até ao foco de luz branca onde tinha visto a rapariga loura, tinha a sensação que ela já não estaria lá. Não sabia bem porquê, mas continuou, até se surpreender e a notar no mesmo sítio, mas com um copo na mão. Vermelho e com a ponta partida. Sorriu, e caminhou até ela.

- Esse copo é meu – disse, para a rapariga, ainda de costas.

Ela voltou-se, e Tom arregalou os olhos, um tanto surpreendido.

- Diga? – Perguntou ela.

Tom fixou os olhos arqueados da mulher que sorriu freneticamente e continuou a balançar-se ao som da música. Não tinha menos de 45 anos, mas isso só se tinha apercebido pela cara marcada por leves rugas disfarçadas por botox e peelings.

Engasgou-se e continuou sem saber o que dizer à mulher que se aproximava mais dele para entender o que ele lhe tinha dito.

- Diga?! – Perguntava mais alto, e depois gargalhava, quase tão alto como a música.

- Desculpe, pensava que era outra pessoa. – Conseguiu desculpar-se.

A mulher tocou-lhe no ombro, ofereceu o copo a Tom, que pegou nele educadamente. Continuou a fixar a mulher, que olhava em volta à procura de algo.

- Alice! – Gritou ela. - Alice! – Gritou ainda mais alto.

Uma rapariga loura, com madeixas mais escuras apareceu, pegou no braço da mulher e puxou-a levemente.

- Vamos embora mãe.

Tom, impávido, fixava a mulher com a maquilhagem esborratada, ainda com o copo na mão. A rapariga, que mostrava ser filha da mulher olhava para Tom, que a encarava agora também. Ele sorriu de modo inesperado, para depois virar costas, sem uma palavra. Uma noite estranha.

Sentou-se de novo ao lado de Georg, já estafado demais para lhe dirigir qualquer palavra de gozo.

- Queres ficar? – Perguntou Bill.

Tom abanou a cabeça, bateu no braço de Georg e todos se dirigiram para a porta, apenas com a cabeça num escasso momento de descanso.

 

 

 

P.S.: Perguntaram-me como tinha feito o papel que o Bill escreveu à Charlotte na fic anterior. Então, fui ás cartas que os Tokio Hotel escrevem para os fãs (por exemplo quando o Bill ficou doente e agradeceu o apoio, ou quando ganharam prémios e depois agradecem) e cortei as palavras e juntei todas mais o autografo do Bill. Deu um bocadinho de trabalho mas pronto xD compensou x) kiss kiss

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publicado por Marii R. às 19:07

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De ∞ quinn a 31 de Março de 2010 às 20:35
Hey :)
Ahah, gostava de ver a cara do Tom ao deparar-se com a mulher x)
Hum...ele agora vai encontrar a rapariga algures por ai.
Gostei do primeiro capítulo, Mariana :)
Beijinhos.


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