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Love is not a feeling... It's strength.
Terça-feira, 5 de Janeiro de 2010

37º Capítulo - Espera por Mim

Hey ;)

Obrigada pelos comentários, ainda bem que gostaram do texto.

God..eu sou tão dramática xD

Muita coisa para fazer,

P.S.: Estrelinha, não tenho medo :)


Beijinhos,

Marii K.

 

 

Capítulo 37
Incompleto
 
 
 

Estava de olhos fechados. Os lábios entreabertos e a cabeça descaída. Levantei-me sorrateiramente, mas ele notou.

            - Quando souberem alguma coisa eles chamam – disse calmamente.

            - Vou só buscar um café
            - Óptimo, quero um também.

            Espreguiçou-se e colocou as mãos nos joelhos. Como era óbvio não ia buscar café, e como era óbvio Tom notou isso. Segui então pelos corredores e quando voltei encontrei Tom a falar com Matt e a tua mãe com os olhos vermelhos e inchados. Estendi-lhe o meu café, mas ela sorriu e abanou a cabeça.

            - Já a viste hoje? – Perguntou-me ela.

            - Não… Mas é agora que pode ir. Eu estive a noite passada, vá agora.

            Ela assentiu com a cabeça e levantou-se.

            - Vamos Matt?

            - E ele sabe disso? – Ouvi Matt sussurrar a Tom sorrindo com um olhar esgalhado em mim.

            Tom acenou com a cabeça e Matt tocou-lhe no ombro como se se tratassem de dois rappers de rua e agarrou a mão da mãe para entrar no teu quarto.

            - O que é que andaste a dizer ao miúdo? – Perguntei quando lhe dei o café para a mão.

            - Que tu nem sempre ficaste com miúdas giras como a irmã dele. Que com a idade dele te roubei a namorada.

            Elevei a sobrancelha e encolhi os ombros.

            - Não foi com a idade dele.

            - Pois, mas o miúdo deve aprender desde pequeno que o que é bom é para se conquistar…

            Consegui formar um pequeno sorriso.

            - Vá lá… ele precisava de pensar noutra coisa – Argumentou Tom.

            - Ok…

            Levámos o café à boca ao mesmo tempo. Lembrava que dantes coisas destas aconteciam com frequência. Os mesmos gestos, as mesma palavras que saiam da nossa boca. Pensava que se tinha perdido esta inocência, mas afinal algo ainda permanecia.

            Havia um tempo que pensava naquilo. Havia um tempo em que pensava na pessoa certa para perguntar. Mas receava fazê-lo, apesar de ter a perfeita noção que precisava de libertar algo da minha cabeça. Deixar que as coisas fluíssem de uma maneira diferente para poder pensar em maneiras novas de te ajudar ou de lidar com a tua situação.

            - Tom
            - Hum?

            Vacilei, mas de facto ele era meu irmão. Gémeo. Se alguém merecia saber o que ia dentro de mim, era ele.

            - Posso fazer-te uma pergunta?

            - Força – incentivou com os olhos no café turvo.

            - Quando alguém morre, o que acontece?

            - Bill, eu não… te posso explicar as regras do universo. Não posso dizer-te que algumas vão para o céu ou para o inferno, ou alma fica cá, ou vai, ou se perde. Eu não sei. Ninguém sabe e tu não devias pensar nessas coisas.

            - Não era isso que queria perguntar. Não era sobre ela. – Tremi – Eu queria falar sobre mim, sobre… - Parei por uns instantes, para reformular o meu pensamento numa frase que, realmente fizesse sentido para ele. Seria possível? – Bem… Quando damos o nosso coração a uma pessoa, e essa pessoa morre… irá com ela? Passaremos o resto do tempo, da eternidade com um buraco dentro de nós que não pode ser preenchido?

            - Não a vais perder Bill. O teu coração vai ser salvo.

           

            A Amy voltou, sentou-se ao lado de Tom. Era hoje que íamos saber.

            E eu resolvi o dilema.

            Perdia-se parte do coração. Mas havia uma solução.

            Tinhas de esperar por mim, tinhas de deixar que fossemos juntos, onde quer que vamos, para eu nunca me perder, para nunca me deixares incompleto. Foi nesse momento que decidi que te ia pedir para esperar.

            Não ias deixar o coração voar contigo ou ir para longe. Ias esperar. Ia-te pedir com todas as forças para te aguentares e puxares as tuas maiores forças. Tu eras capaz.

 

 

 



abdominais:
De ∞ quinn a 5 de Janeiro de 2010 às 22:46
Hey again x)
A pergunta do Bill assutou-me por momentos ^^'
Eu quero saber o resultado do testee
Mais ^^
Beijinhos


De Tommazinha a 5 de Janeiro de 2010 às 23:04
Oiii ;)

O capítulo está perfeito, como sempre.
Está triste pois o Bill está com medo de perder a Charlotte e isso está a mexer muito com ele :S
Por outro está maravilhoso apenas pelo simples facto dos irmãos apoiarem-se tanto nesta altura e principalmente manterem a cumplicidade que tanto os torna especiais.
E agora, claro, quero saber o resultado do teste...
Curiosa xD
Pleaseeee escreve maissss

Bjnho grande


De Joanne a 5 de Janeiro de 2010 às 23:07
Se não fosse o suporte que o Tom lhe tem dado... agora sim a relação deles está a voltar ao que era. E gosto da Amy!
Mais uma vez capítulo muito bem escrito, lindo.
Beijinhos *


De ztiluak a 6 de Janeiro de 2010 às 14:22
esta muito bem escrito como sempre.
quero saber o resultado...

posta mais


De Maria a 8 de Janeiro de 2010 às 18:29
Hi again sweety! :)
O Bill está cada vez mais assustado com a possível ideia de perder a Charlotte, mas ela vai ficar bem, é o que deve acontecer, é o que tem de estar destinado!
O que mantém o Bill minimamente forte é o Tom, estão a voltar às suas origens...estão a dar-se bem novamente e espero que com o tempo a relação deles melhore mais...
Quero saber o resultado do teste! :P
Posta mais, querida!
Beijinhos muito grandes, dear!
:D


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