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Quarta-feira, 30 de Dezembro de 2009

35º Capítulo - Espera por Mim

Hey,

Foi bom o Natal?

Eu não tenho nada a dizer. Este em principio será o último post do ano. Um ano que nunca mais acaba, e que eu só quero deixar para trás. Sobre 2009, as coisas boas devem-se contar pelos dedos. Nunca um ano custou tanto a passar.

E isto anda em crise, porque não sei o que escrever, acho que me falta acreditar no que sinto. Falta-me inspiração, falta-me algo de bom. Algo que não vem. Se alguém conseguisse ajudar, seria tão mais fácil...

Aqui fica, uma espécie de pedido de ajuda, algo;alguém que me inspire...


Bem, peço desculpa por este capítulo...está o mais fraco que já escrevi acho eu...

E vocês continuam aqui, por isso... obrigada :), vocês estão nos escassos "bons momentos de 2009"

 

Feliz Ano Novo =)


Beijinhos,

Marii K.

 

 

Capítulo 35

Rasgos de Luz
 
 

            Eram os primeiros dias de neve. Mas já estava tudo tão branco, tudo tão unificado, quando eu via a minha vida de um modo totalmente oposto. A cor da minha vida era inversamente proporcional à neve, e no entanto havia rasgos. Rasgos de luz, como se uma porta se abrisse e deixasse uma frecha de luz. Agarrei na possibilidade de o mundo congelar, e eu ficar contigo. Porque eu quebrava tudo para chegar a ti, quebrava-me a mim próprio. Só te queria a ti.

            “O tempo não é suficiente para nós, pois não?” – A frase ecoava-me tantas vezes na cabeça que já não as conseguia contar.

            - Bill, queres vir?

            Apercebi-me da presença dele, apesar de estar sentado no computador no seu quarto, não sei a razão de me sentir sozinho.

            - Onde?

            Ele revirou os olhos e vestiu o casaco.

            - Vou ter com a Amy…

            - Ah, não… vão os dois. Não quero meter-me no meio de isso – forcei um sorriso e continuei a minha pesquisa.

            - Não te metes no meio de nada. E fazia-te melhor saíres um pouco com outras pessoas do que te torturares sempre em casa ou no hospital. – Suspirou e ouvi-o abrir a gaveta.

            - Eu não me torturo e tu… não percebes.

            - Não percebo? – Ouvi a sua voz mais perto de mim. – Não percebo o quê?

            Engoli em seco. Escrevi a morada da agência de viagens num papel amarelado e guardei-o no bolso. Tinha de ir fazer o levantamento.

            Quando olhei para trás ainda tinha o seu olhar pregado em mim.

            - Tom, apenas…

            - Não percebo o que é não poder ajudar a pessoa que amamos?

            Era exactamente aquilo. Mas também não lhe respondi, não lhe disse que tinha acertado em cheio.

            - Pelo menos ela deixa que tu a ajudes, sabes? Por outro lado… quando eu queria ajudar as pessoas elas não me queriam ouvir. Eu acabei por desistir.

            Fiquei confuso.
            - Isto não é sobre ti, Tom.
            - Pois não – admitiu ele.

            Parei por um momento. Levei a mão ao bolso e quando agarrei o papel suspirei, olhei-o nos olhos.

            - Achas que isto vai resultar?
            - Sinceramente?
            - Sim

            - Não, não acho… Acho que encontras tantos dadores de medula aqui como em Itália. Acho que fazeres ela fazer esta viagem…

            - Eu não a faço fazer nada… ela quer.

            - Os pais dela querem. Tu queres. – Ele declarou, num tom ambíguo.

            - Achas mal eu querer que ela viva, eu querer salvá-la? – Perguntei sem expressão.

            - Não Bill, mas há mais gente que pode ajudar.

            - Porque dizes isso tão repetidamente, ao longo destes dias?! Ninguém a pode ajudar Tom. Ela foi mais de 3 vezes para o hospital desde o concerto, eu não aguento, ela não aguenta!

            - Ela precisa de ajuda
            - Isso eu já sei!

            - Já pediste a mais pessoas para fazer o teste?

            Não lhe respondi. Olhei em redor e guardei de novo o papel.

            - Bill, não tens de te condenar por não seres compatível. Tu vais arranjar alguém. Passaram poucos dias e tu tens de ter paciência…

            - Ok. Vou sair.

            - Não vais à agência de viagens pois não?

            - Vou, mas vou fazer uma coisa diferente.

 

            E só quando saí do quarto é que me apercebi do que ele me estava a tentar dizer quando admitia desistir de salvar alguém, por ninguém o levar a sério. Ele de facto não falava dele próprio, mas sim de mim. Da minha situação anterior, quando ele me tentava salvar para sentimentos reais. Quando ele me perdeu para Allison, e deixou de tentar. Tanto que ele me dizia, tantas entrelinhas. Tanto que eu não percebia.


publicado por Marii R. às 13:05

link do post | Comenta e o Tom levanta a camisola | favorita-me
|

abdominais:
De ∞ quinn a 30 de Dezembro de 2009 às 13:55
Hey :)
Eu não acho que o capítulo esteja fraco! Eu gostei :D
E quero mais ^^
Beijinhos e Bom Ano Novo :)


De Joanne a 30 de Dezembro de 2009 às 16:08
Não achei o capítulo nada fraco, ficou lindo como sempre!
Acho que não comentei o anterior, não tinha reparado que postaste :/
Bom ano novo! Beijinhos *


De Tommazinha a 30 de Dezembro de 2009 às 16:10
Oiii!!!!
Tu dizes que o capítulo está fraco mas eu não acho, sinceramente.
O Tom e o Bill já se dão novamente bem e eu estou feliz por isso =)
Resta saber se vão conseguir encontrar alguém compatível para salvar a Charlotte, mas eu espero que sim...

Mariana, já percebi que este ano que passou não foi lá muito bom mas pensa só no que te fez feliz e deixa o resto para trás. Pensa que um novo ano virá e que será certamente melhor que este ;)
E claro, nós (leitoras) estaremos cá para te fazer sorrir e inspirar-te para escrever as fic's que só tu sabes escrever!
Ah, mais uma coisa. Acredita mais em ti porque tu és forte.

Um grande beijinho e um ÓPTIMO Ano 2010 ;)


De ztiluak a 30 de Dezembro de 2009 às 18:18
o capitulo nao esta nada fraco, eu adorei mesmo!
posta mais

bom ano novo :)


De Maria a 31 de Dezembro de 2009 às 19:33
Hi sweety! :)
Eu espero que ao contrário do teu ano de 2009, o 2010 seja muito melhor e que os momentos bons sejam infinitos... :P
De certa forma o Bill rejeita a ajuda de Tom, sempre que ele se aproxima para o ajudar, o Bill "afasta-o" e não lhe dá a devida importância!
E o Tom tem razão em relação à viagem, nada garante que haja doadores em Itália.
Posta mais, querida!
Beijinhos muito grandes e um Bom Ano Novo, dear!
:D


De SoniaKaulitz a 1 de Janeiro de 2010 às 15:27
Olá keridah....bem este post está fantástico, assim como todos os outros que escreveste, de fraco nao tem rigorosamente nada......plo menos adorei.
Depois como ja estamos no ano de 2010, feliz ano novo e que seja muitissimo feliz para ti e para todos que te rodeiam....há e o principal cheio de SAÙDE...mta mta mta SAÙDE, sem ela nada se tem.
OLha tu es daquelas miudas que eu gostaria muito de conheçer...es muito telentosa miuda, escreves desenhas .....e de certeza es um excelente ser humano, ja vi que para ti o ano de 2009 deixou mto a desejar....mas ve o lado positivo da coisa, servio para aprenderes a superar, e a contornar as tais situaçoes que nao correram taum bem. Pke nao fazes como eu? eu vivo tudo taum intensamente que as vezes so pensao depois de td aconteçer....axo que sou taum emotiva que nao chego a ter tempo de pensar no que foi bom mau ou +ou-.
Abstrai-te das reflexoes e bola para a frente que a vida nao sao 2 dias mas sao 4 ou 5.
Olha queria mto que o ano 2010 fosse repleto de capitulos teus para eu ler...espero que nunca te canses de me fazer feliz a ler o que escreves ...isso era mto importante.
E olha ve se te animas pke este ano, é o ano....vem ca os nossos meninos ......aqui está um grande motivo para começares o ano cheia de felicidade.
Fika bem keridah e desculpa lá a grande caca que escrevi pke depois da noite agitada que tive foi so isto que me saio.
BEIJOS ::=)


De Melancia a 3 de Janeiro de 2010 às 19:57
Hallo! Antes de mais adorei a surpresa!!! Desculpa n ter comentado logo, mas eu vi no dia :)
E estou ansiosa para a fic, gostei muito do video!!!

Outra coisa n achei q este video estivesse fraco, alias achei muito bom!!! Ja disse, que amo os capitulo em que introduzes a personagem do Tom. Ele n so contribui bastante para a historia em si, mas tb ajuda nos a compreender a persongame do Bill. Sempre que ele se refere à sua relacao anterior, com Allison, e a compara com a sua relacao presente e o impacto que ela trouxe, o significado destes desabafos dele tornam se claros quando o Tom entra na fic. Nota-se que existe um reconhecimento da pessoa do Bill pelo proprio. Ele finalmente se apercebe das atitudes do irmao, e mais importante que isso reconhece que as atitudes dele proprio é que n tinham nexo! Amei sinceramente.
Continua :D

kuss


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