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Love is not a feeling... It's strength.
Sábado, 28 de Novembro de 2009

32º Capítulo - Espera por Mim

Hey (:

Again, cheia de inspiração, e com pouco tempo.

Para a semana tenho teste de Inglês, Filosofia, Português e Desenho e na outra Geometria e Matemática.

Na sexta a minha Joana ficou doente e hoje disse-me que era Gripe A. Ou seja..ando aqui a rezar para no periodo de 5 dias não ter sintomas, senão é o terror fazer os outros testes na semana de Geometria e Matemática.

Ontem fui ver o Lua Nova e gostei (:

Gostava de mostrar desenhos novos mas estão todos na parede da sala xD

E ando a ler um livro que me dá quilos de ideias para fics, chamado: Já ninguém morre de amor.

E... pronto! Gosto muito deste capítulo =)

Obrigada por lerem o que escrevo, apesar de postar com pouca frequencia. E comentarem. Obrigada =)

P.S. Capítulo grandalhão :D

Beijinho, LY all

Marii K.

 

Capítulo 32

Esperança
 
 
 

            Se não houvesse trevas, não reconheceríamos a luz.

            Se não fosses tu, não reconheceria que a minha vida anterior era tão vazia.

 
*
 

            - A mãe ficou contente – Tom interrompeu o silêncio.

            - Hum? Ficou?
            - Sim, por sairmos os dois.

            - Ah… - consegui murmurar – Devia ser difícil para ela…

            - Não falarmos?

            - Sim. Afinal somos gémeos e irmãos e ela mãe por isso…

            Calámo-nos por um instante. Não entendi se ele tinha percebido o que eu queria dizer. Estavas tu a sair da porta da tua casa, olhando o carro com um sorriso quando ele me respondeu.

            - Ela tem sempre esperança.

            Assenti com a cabeça distraidamente, sinceramente devia-o ter ouvido com atenção, tu devias querer isso, mas quando vi a tua cara ainda mais pálida tive um mau pressentimento, e assim que entraste no carro não consegui largar a tua mão. Não sei bem como, mas senti que de repente já não serias minha, ou que algo me impedisse de chegar a ti. Mas recusei-me a acreditar apesar de sentir medo. Sabia que ias sobreviver.

           

            Era loura. Era o que eu esperava, mas no entanto parecia simpática…acho que sempre tinha imaginado uma rapariga de mini saia, olhares provocantes. Mas a expressão era calma e apaixonada enquanto olhava para ele. Passou-lhe o dedo pelo nariz e beijou-o na cara, depois nos lábios. Tinha os olhos castanhos e uma camisola colorida, larga e comprida como vários farrapos juntos. Era bonita, reparei melhor quando se chegou ao pé de mim com um olhar tímido.

            - Amy, é o meu irmão e a Charlotte.

            Olhei para ti por um micro segundo, sorrias. A tua mão estava entrelaçada na minha e movias os dedos devagar, acariciando os milímetros da minha pele que conseguias.

            - Bill – Apresentei-me.

            - Oh, o Tom falou-me de ti – disse ela com um sorriso carinhoso.

            - Eles não são parecidos? – Perguntaste entusiasmada – Os olhos!

            Amy olhou para mim e quase nem focou Tom, percebi que já os tinha admirado muitas vezes.

            - Iguais – Respondeu-te – Obrigada por terem vindo, eu não posso ficar aqui muito tempo.

            - Sim… - Tom hesitou e agarrou na mão de Amy – É melhor irmos. Até logo.

            Olhei confuso para o ambiente, mas tu parecias calma.

            - Onde vão eles?
            - Eu não sei, sei tanto como tu…

            Encostaste a cabeça no meu braço enquanto olhavas em redor com atenção. Sentia aquela sala apinhada incrivelmente vazia. Não ouvia o barulho dos copos, as saudações, a música ambiente, não sentia o toque das pessoas em mim. Sentia-te oscilar ao meu lado com os encontrões das pessoas, e assim, puxei-te para a minha frente e entrelacei as mãos na tua cintura. Por mais que quisesse combater, o meu instinto era proteger-te, na mais pequena ou maior situação.

            Passaram quinze minutos e as luzes apagaram-se, beijei a tua nuca e senti-te apertar melhor as minhas mãos.

            - Queres beber alguma coisa? – Lembrei-me de perguntar.

            - Não, não posso. E isto está a começar… - beijaste-me a mão e aninhaste-te mais no meu peito, abateste-te em mim.

            Estava ainda a viver o teu toque quando uma música mais brusca de fundo me acordou, de repente tornou-se mais leve, mais fluida, numa melodia calma e bonita de uma guitarra acústica. E quando as luzes se acenderam no palco do bar local, estavam focos a recair em Tom e em Amy. A voz dela juntava-se à melodia calma que depois acelerava, mas tornava a cair outra vez como uma pena. E a letra era-me imperceptível, não me parecia alemã ou inglesa. Sabia apenas que ao mesmo tempo que sentia orgulho ao vê-lo inesperadamente no palco, sentia inveja. Queria que fosse a minha voz que acompanhasse o som da guitarra de Tom, queria que os nossos sonhos de miúdos nos tivessem realizado a ambos. Queria que não houvesse Allison, apesar de ainda ela ser tão importante para mim. Queria que a separação tivesse sido evitada quando antes. Queria que tivesses aparecido mais cedo meu anjo, que me tivesses fundido a ele desde o inicio, queria que estivesses aqui na multidão orgulhosa por me veres no palco.

            No momento em que tocavas a minha mente de novo, beijei-te de novo a nuca, mas a tua cabeça descaiu, para o meu ombro. Sorri, virei-te o rosto para me beijares mas os teus olhos estavam fechados e os lábios carnudos e vermelhos estavam entreabertos, um fio da mesma cor dos teus lábios escorria pelo nariz. Aquele momento eras só tu, e o meu medo de te perder que se fazia sentir cada vez mais. O medo que fez sentido quando te vi sair de casa, mais pálida.

            Recolhi-te no meu colo, os meus olhos marejados de terror, não sentia a multidão que empurrava, não sentia os passos incertos que dava. Sentia só e exclusivamente o meu peito rasgar-se, e queria dar-te tudo. Queria dar-te vida, queria deitar-me sobre ti e dar-te vida. Daria todo o meu interior, todo o meu físico, toda a minha saúde e jovialidade por ti. Daria a vida. Porque o meu mundo não seria justo sem ti, não teria um único significado. Apertei-te mais contra o meu peito, para te sentir, para me deixar levar por ti, para se algo acontecesse eu fosse contigo, pela eternidade.

            As mãos tremiam-me, mas eu queria-te segura. E quando finalmente saí pela porta do bar e o frio me gelou, eu senti movimento pela tua parte, mas não parei.

            - Bill… deixa-me ir. – Ouvi a tua voz perto de mim, como se me sussurrasses ao ouvido.

            Parei.

            - O que estás a dizer Charlotte? – Ergui o teu rosto, os teus olhos cinza em lágrimas.

            - Os meus irmãos? – Uma voz sem fundo, uma voz perdida no meio do mar de sirenes e apitos de automóveis, pessoas despreocupadas, ecrãs, luzes e cores. Mas era tudo cinza para mim!

            - Vamos para o hospital.

            Assim que avistei o grande edifício a uns metros, agradeci a Deus a proximidade. Eu, na minha descrença agradeci a Deus. Porque tudo o que eu queria, era que uma força maior te impedisse de ir. E sabia que ia conseguir.

           

 


publicado por Marii R. às 23:08

link do post | Comenta e o Tom levanta a camisola | favorita-me
|

abdominais:
De Caroll a 29 de Novembro de 2009 às 01:03
Eu... eu nao consigo comentar. Nao consigo parar de chorar.
Comento isto de jeito amanha, ja que de certeza que nao vou desatar a chorar por causa do capitulo. Sabes como é que eu sou depois da meia-noite :$

Amo-te, always and always @@@


De Caroll a 29 de Novembro de 2009 às 16:25
Meu amor...

Eu... já nao estou apenas anciosa para falar contigo, eu estou completamente desesperada.
Eu nao consigo estar assim, estou totalmente desorientada, peço que alguém me ajude e ninguem consegue, e eu nao me consigo orientar sem ti. Não sem ti.

A Babi voltou a fazer merda, e eu apenas nao consigo aguentar mais. Só me apetece deixá-la careca e enterrá-la até à cabeça no cume dos Himalaias.
Nao consigo escrever, entalada em tanta saudade. Quero escrever coisas lindas e sentimentais e só me sai merda. Eu nao consigo parar de pensar em ti, de pensar se está tudo bem, de... de desesperar por nao saber quando é que vou voltar a ver/ler/ouvir uma palavra tua. É demasiado, eu nao consigo suportar isto.

Sinto-me uma drogada por ti, e... eu preciso que me orientes, Mariana, eu preciso de ti.

Por favor.

Estou sem palavras quanto ao capitulo. Só desejava conseguir escrever com metade do sentimento daquilo que tu escreves.

Amo-te.


De Melancia a 29 de Novembro de 2009 às 02:20
Olaaa! Mein gott, 4 testes numa so semana! E eu que estava preocupada por ter tres lol. Ah e tb vi a lua nova, adorei :)

Amei o capitulo! Gosto muito da sua estrutura. O facto de ser Bill a contar a historia, o facto de a historia ser apresentada na sua perspectiva torna a fic mais realista. Gosto bastante da sua personagem. Adoreii a cena inical com o Tom, sao estes pequenos promenores que comprovam a influencia positiva que Charlotte possui na vida de Bill. Este capitulo nao acabou bem, tenho um mau pressentimento, mas ao mesmo tempo penso que o sentido da historia e irrelevante desde que sejas tu a escrever :D
Gostei muitooo! Continua...

kuss


De Maria a 29 de Novembro de 2009 às 12:06
Hi sweety! :)
O Tom parece estar feliz: tem a Amy, que parece ser uma rapariga muito querida e que gosta dele - e conseguiu realizar o seu sonho, pode dar a conhecer às pessoas o seu grande talento como músico junto com a sua namorada! :P
Charlotte, omg, o que lhe está acontecer? Ainda bem que o hospital está perto...coitado do Bill, se acontecer alguma coisa à Charlotte, ele vai ficar completamente destroçado! Os médicos têm que a pôr bem de saúde!
Logo agora que tudo está a começar a recompor-se é que isso acontece! Omg!
Posta mais, querida!
Beijinhos muito grandes, dear!
:D


De ztiluak a 29 de Novembro de 2009 às 12:46
o que aconteceu? por momentos pensei que ela tivesse morrido...

posta mais


De SoniaKaulitz a 29 de Novembro de 2009 às 15:41
* _ * Omg o que lhe aconteceu? Tu definitivamente queres-me matar cm isto .....tadinha pah, pensava que apesar da doença a saude dlela estivesse mais segura....
Que amor é este? Como ele pode amar tanto em tao pouco tempo? ....simplesmente perfeita Mari , de longe do melhor que ja escreveste....apesar de eu adorar tudo o que escreveste .
Faz-me um favor´zinho se puderes postar posta mais um please.....podias pensar nisso ja que nao postavas a tanto tempo....e a semana que vem vai ser complicadissima pa ti podias postar mais um....Vala,,,vala é Natal as pessoas andam generosas e tal....Bjinhos fika bem =)


De Tommazinha a 29 de Novembro de 2009 às 21:53
Este capítulo está triste =(
A Charlotte está a ficar muito fraca e muito doente...
Mariana, ela não pode morrer, senão vamos ter aqui uma sessão de choro tens noção disso...
Tadinha ela não merece.
Maissssss, maisssssssssssss

Beijinhooossss


De ∞ quinn a 30 de Novembro de 2009 às 21:48
Hey :)
Aiii, ela tem de ficar beeem, não pode deixar o Bill!! :M
Quero mais :)
Beijinhos


De Joanne a 1 de Dezembro de 2009 às 14:23
Nem sei o que dizer ;_; Este capítulo está tão real, no momento em que ela desmaiou, a descrição que fizeste a seguir.... dele a querer dar-lhe tudo para a manter viva... sem palavras, perfeito mesmo. Eu nem consigo dizer nada de jeito, estou anestesiada xD
Eu não queria que ela morresse, mas não sei se é isso que vai acontecer.

Beijinhos


De Juaaniinhaa_Kaauliitz a 7 de Janeiro de 2010 às 18:57
Olaa olaa!!

Quando parecia que tudo estava bem acontece aquilo!!! :(

Coitado do Bill, ainda bem que o hospital esta mesmo perto!!

Ela vai ficar bem?!

volto ja

jokinhas grandes =)


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