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Love is not a feeling... It's strength.
Sábado, 1 de Agosto de 2009

One-shot - Ama-me, Sonha-me TWC

 

HEYYY
 
1 ANOO =D
Parabéns a vocês, parabéns a miiim =D. Sim, porque isto é de todas ;D.
 
Está cá a estrelinha Carolinaaa *.* I'm so happy!!! *yeih*
Também faz um ano que falei com ela a primeira vez ^^
Ela diz que eu a dormir ronrono xD
Passando à frente...(xD)
 
Não postei, criei muito suspense, ainda pensei mais numa outra coisa que o Bill vai fazer na fic xD... não digo mais xD
 
AGORA!
One-shot:
A minha primeira experiência de Twincest.
Espero que gostem e por favor comentem e coise...
Quem não gosta de Twincest é melhor não ler x) eu acho simplesmente adorável.
E isto está...pronto. Uma pseudo bolinha vermelha xD.
 
Beijinho, e obrigada pelos comentários à fic e ao desenho x)
 
Marii K.
 
 
 
 
 
One-shot - Ama-me, Sonha-me
TWC
 
 
 
            A voz tilintava na sua cabeça como se a qualquer momento fosse fugir. Ele agarrava-a com uma resposta, só tinha essa maneira de a ter. O que é mais precioso é o que muitas das vezes nos foge dos dedos, o que parece tão baço e depois se movimenta num desejo formado.
            Pode ser sem cor, pode ser doloroso ou então de uma rara felicidade. Pode estar concentrado num desejo ou numa fantasia que nunca tinhas idealizado. Podes querer voltar para ele, podes tencionar repeli-lo até ficar num buraco escuro.
            Muitos ficam, muitos vão.
            Já sonhaste?
 
 
            É mais difícil guardar o coração quando ele está perto. E Tom tinha-o ao seu lado, mas era num profundo horizonte que ele se encontrava, quente e sem acção, esperando a permissão de amar.
            Queria passar os dedos pelo seu corpo até se desvanecer o vazio, mas tudo tremia, até as próprias mãos. O seu olhar cruzava-se todos os minutos com um totalmente idêntico. Mas ele nunca reparava, tornava os olhos para as conversas animadas com os amigos ou para os olhos verdes, profundos de Hayley.
            Antes também ele o desviava assim, sem se aperceber, sem se importar. Mas as coisas mudavam de dia para dia. O seu corpo ficava mais encalorado, o coração e os olhos mais presos.
            Como poderia não ser correspondido? Como podia Bill, ignorar o que os unia, e supor tudo numa mera relação de irmãos? Como poderia deitar a perder uma profunda entrega de corpo e alma de um sangue que era tão seu.
            E num silêncio mortífero da noite, ele desejou Tom tanto quanto o irmão o desejava a ele.
 
            As escadas pareciam não ter fim. A cada passo, elas tornavam-se mais pesadas, tal como o seu corpo. Era algo que não podia controlar, isso ele sabia. Mas não deixava de ser difícil, não deixava de magoar, ver o irmão fixar Hayley como Tom o fixava a ele.
            Antes eram tão jovens, tão livres. E ele lembrava-se dos momentos que tinham a sós. Agora existia uma barreira, com cabelos alourados e olhos verdes profundos. Algo que antes também chamaria a sua atenção, mas agora o mundo não era habitado por mais ninguém. Havia Bill, havia ele, Tom. Havia uma dupla. Havia os gémeos, irmãos de sangue. Havia um amor pronto a despertar, se nada se intrometesse. Se não houvesse algo que Tom quisesse aniquilar, o seu coração seria tão leve quanto uma pena.
            Foi no sexto degrau, que ouviu a voz de Bill exaltada, a porta a bater. E após um suspiro desesperado, Tom pensou que o irmão não quereria conversar. Subiu os restantes degraus e foi ao quarto dos pais.
            Com o chão a ranger, não distinguia os seus passos dos do irmão. A mente vagueava tão longe, que só se apercebeu do seu lugar quando uma mão delicada de dedos finos se demorou no seu ombro.
            - Tom. – A voz de Bill quando dissonava o nome do irmão, chilreava docemente, percorrendo todos os pontos do corpo de Tom a fim de o despertar. – Estás bem?
            Ele voltou-se e desejou que aquela mão não lhe saísse do ombro, que ficasse ali como parte de si.
            - Sim… - Respondeu baixo – O que… o que é que se passou lá em baixo? – Tentou.
            O gémeo sentou-se na cama dos pais e olhou o irmão com uma expressão cansada. Algo que Tom não via à muito tempo.
            Todo o tempo que o Bill olhava, arranjando palavras, deu tempo a Tom de ver cada traço do seu rosto com atenção, achar uns iguais aos seus e pensar para si próprio se o que sentia não era narcisismo puro e duro.
            O facto de se ter apaixonado pelo irmão podia reflectir uma paixão louca por si mesmo, pois os seus rostos eram completamente estampados um do outro; assim o dizia toda a gente. Mas ele arranjava diferenças, e encontrava no seu irmão, muito mais beleza. O seu nariz recto e os lábios mais desenhados, como se fossem traçados com a maior doçura. Lábios esses tão apetecíveis e que ele sonhava provar. Um corpo mais delgado e frágil, que ele desejava possuir.
            Tudo o que sentia não era somente carnal, a sua consciência focava-se numa só imagem e palavra, Bill. Se eles tinham vindo ao mundo juntos, assim deveriam continuar, certo?
            - A Hayley… ela, bem... eu. Eu deixei-a. – Disse tudo por arranques, como se as palavras custassem a sair, a formar-se nos seus próprios lábios.
            Tom sentou-se ao seu lado, e dirigiu a mesma pergunta que Bill lhe tinha feito, no mesmo tom, idêntico, mas mais rouco:
            - Estás bem?
            O irmão parou para pensar e assentiu com a cabeça. Durante um longo momento houve silêncio, até ser interrompido por um riso baixo de Bill, que Tom não compreendia de maneira alguma. Quem se deveria estar a rir era não era Bill! Ele próprio é que se sentia a saltar por dentro, a gritar de desejo e ainda mais paixão, agora que o irmão poderia ser considerado livre. Mas livre até que ponto?
            - Estás a rir-te do quê? Estás mesmo bem Bill? – O brilho dos olhos do irmão era febril, agora que o olhava mais de perto podia sentir até o calor do seu corpo.
            - Foi esquisito acabar com ela… sabes? – Bill perguntou numa voz incerta.
            - O que queres dizer com isso?
            - Ela estava ali… a falar comigo, a perguntar-me o porquê e eu não… eu não tinha resposta para lhe dar. Ela estava ali… a perguntar se não me lembrava de tudo o que tínhamos passado, se eu não me importava… e eu não me lembrava de nada. Eu… pensava na minha infância.
            E parou. Virou o corpo mais para Tom e olhou-o atentamente, procurando saber se ele o estava a compreender da forma que queria. Mas isso não acontecia.
            - Na nossa infância. Onde tudo era mais simples. Onde tu estavas comigo.
            - O que… não te percebo Bill.
            Deixou que o corpo frágil se encostasse ao seu, e que a mão de Bill se pousasse no seu queixo, demoradamente. Ele estava confuso. Sentiriam ambos o mesmo?
            - Bill, tu…
            E uma boca procurou a sua com urgência. Ambos fecharam os olhos em silêncio. Deixando que os lábios lutassem uns contra outros, esmagando-se e abrindo-se em seguida para se iniciar a mais doce e delicada troca de carícias. Tudo rápido mas surpreendentemente sincronizado e carinhoso, como se aqueles dois seres fossem feitos para estarem juntos.
            - Ama-me Tom… - pediu Bill, com a respiração em falta.
            - Eu amo-te – declarou, finalmente.
            E juntaram-se mais uma vez. Os lábios doces e molhados, saíam do perímetro da boca e espalhavam-se agora pelos ombros, e pelo pescoço. Ávidos, desejosos e com sede.
            Bill descaiu-se na cama e deixou que Tom se opusesse ao seu corpo. Ambos retiravam a t-shirt, com os olhos colocados um no outro. E Tom observou selvaticamente a estrela tatuada na bacia do irmão, provocando-lhe um desejo ainda maior, que crescia… não gradualmente, mas a pique.
            Lançou os lábios naquela direcção, enquanto o gémeo lhe deslizava as mãos pelas costas e arrastava as calças para baixo. Sentindo o seu traseiro definido e tão perfeito.
            O piercing de Tom, gelado, deslizava pela pele arrepiada de Bill, que se deixava levar pelo prazer. O contraste na zona da braguilha já era notório, mas Tom demorou a lá chegar. Era meticuloso e não queria deixar passar a oportunidade de sentir tudo assim para si.
            Subiu então ao seu peito para lhe beijar violentamente os mamilos, sobre os punhos de Bill que se cerravam nas suas costas delineadas. E descendo devagar, ia acentuando as curvas do seu próprio corpo e o do irmão, que arqueava as costas num gemido quase mudo. Com as mãos deslizantes, arrastou os boxers sempre com um beijo preso. E lentamente rodeou o órgão de Bill com as mãos, acariciando-o lentamente, entre beijos e os seus dedos finos e frios em contraste com a língua. Levando o irmão à loucura, subiu os movimentos e deixou o irmão, exausto, abater-se sobre as palavras doces, de uma promessa de ficar com ele para sempre.
            Em flashes, podia ver uma vida incestuosa, vivida em pura harmonia a dois, sem lutas nem triângulos amorosos. Porque como sempre pensara… eles pertenciam um ao outro.
            - És meu Tom, para sempre. Não te afastava nem na imortalidade. És eu, és a minha razão. – E tocou os seus lábios novamente, naquele prado verde junto da casa de verão. – Eu amo-te.
            Estava branco, mas continuava a ouvir a sua voz.
 
            - Tom! Tom!
            Abriu os olhos gradualmente, deixando que a luz o evadisse por completo, e acabou por sorrir.
            - Nunca acordaste tão feliz… - notou o irmão com uma expressão divertida. – Nem tiveste uma noite tão feliz, deve andar por aí alguma rapariga… - divagou, sempre com o mesmo sorriso aberto, tão típico de Bill Kaulitz.
            - Bill? – Iniciou, com a mente ofuscada de sentimentos e lembranças, tudo tão doloroso, tão incerto.
            - Sim…
            - Onde vais?
            - Ter com a Hayley, e tu tens de ir para o estúdio. Tens de ir tratar da sessão fotográfica de sexta. Tu prometeste tratar disso, lembras-te?
            Não. Não se lembrava. Havia coisas mais importantes no seu corpo neste momento. Havia calor e dor.
            - Hum – Gemeu, levantando finalmente a cabeça da almofada. – Está… tudo bem entre ti e a Hayley?
            Bill assumiu uma expressão de novo divertida, esperando que o irmão tivesse bebido na noite anterior, encarava uma nova ressaca e respondia a todas as suas questões pacientemente.
            - Claro… Estou a pensar...levá-la a Paris, o que achas? Eu acho que ela devia adorar, faz totalmente o género dela, e além disso os pais nunca a levaram e ela está sempre a pedir para ir em tour, mas sabes como isso é impossível…
            Mais paragens no seu cérebro. Eram choques? Era algo eléctrico ou mil facas que entravam dentro de si?
            - Acho que fazes bem…
            Bill sorriu de novo e voltou-lhe costas com um simples até logo.
 
 
            Pode ser sem cor, pode ser doloroso ou então de uma rara felicidade. Pode estar concentrado num desejo ou numa fantasia que nunca tinhas idealizado. Podes querer voltar para ele, podes tencionar repeli-lo até ficar num buraco escuro.
            Muitos ficam, muitos vão.
            Já sonhaste?
 
 
 
 
P.S.: YEIIH xD
 
I'm: Carolinaaa :D
Song: Sobrenatural *.*

publicado por Marii R. às 00:02

link do post | Comenta e o Tom levanta a camisola | favorita-me
|

abdominais:
De Caroll a 1 de Agosto de 2009 às 00:05
Propriedaaaaaaaade.


De Caroll a 1 de Agosto de 2009 às 00:30
Hmmm.... eu nem sei bem o que dizer.
A verdade é que acho que me roubas-te toda a inspiraçao por estares praticamente ao meu lado, e eu fico sem saber o que dizer.

Como sabes, eu nunca acreditei no destino. Ou pelo menos acredito que o podemos alterar a qualquer altura, porque toda a gente tem escolhas.
Mas bem... nao há formas ou palavras para descrever tudo o que acontece desde à exatamente 365 dias e 19 minutos.

Eu nao sei como é que me falaste nesse dia. Ou noite.
Eu era taaa(...)aao melga!
Ou pelo menos, nao era o que sou agora xD

E... bem, em todo o tempo que passou, eu apenas sei que nao poderia ter melhor pessoa para me acompanhar desde o inicio da adolescencia do que tu.
És como uma luzinha que me acompanha a cada instante, longe ou perto.
E agora, ao estares a praticamente um palmo de distancia, é como me dares o meu sorriso.
Tu deste-me o meu sorriso, tu és o meu sorriso.
Tu és a razao porque eu choro em todas aquelas noites que só te quero ao meu lado e nao te consigo ter.
Tu és o sorriso que aparece sempre que leio ou ouço uma palavra tua.
Tu és a razao de eu começar a gaguejar feita parva sempre que falo contigo.
Bem... Tu és a razao da minha felicidade.
E eu nao tenho como te agradecer por me teres dado o melhor ano da minha vida, que se vai multiplicar por mais anos, por mais décadas, até atingir o para sempre.
Mas tu já és o meu para sempre.
És o meu principio, o meu meio e o meu fim.

E eu sei que vais ser para sempre.

Porque o nosso conto de fadas, por mais que apareçam lobos maus ou maças envenenadas (ou até mesmo monstros que querem comer salsinhas) a nossa história vai terminar com um "e viveram felizes para sempre".


De Marii R. a 1 de Agosto de 2009 às 00:30
Mais uma coisa xD

A one-shot é lindaaaaaaaaaaaa *-*


De Marii R. a 1 de Agosto de 2009 às 00:34
ass.Caroll xD


De Tommazinha a 1 de Agosto de 2009 às 00:48
Bemmmmmmm...
Antes de mais:

PARABÉNS!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

Parabéns pelo blog fantástico, parabéns pela escrita única e fascinante, parabéns pela paciência que tens com as leitoras devido aos comentários, parabéns...epá nem sei que diga mais, ficava a noite inteira aqui a numerar cada qualidade xD
Espero que o blog faça muitos mais anos, pois continuarei a vir aqui todos os dias =D

Sobre a One-shot:
Nunca tinhas escrito desta forma, mas adorei. Teres juntado o amor dos dois irmãos como algo mais físico e profundo foi uma ideia genial, até porque penso que ninguém vê a relação deles dessa forma. Pensa que se trata apenas de amor de irmãos, nada mais.
Amei mesmo, mesmo, mesmo ^^

Bjão enorme e parabéns ao blog e à escritora preferida de todos os tempos


De a 1 de Agosto de 2009 às 13:14
Hey :D
Parabens ao bloooooooog :D weeeeeeeee ^^
Eu normalmente fico chocada com TWC xD Mas esta não me chocou nada! (já devo de estar habituada (A)) xD Está tão bem escrita! Até coisas porno consegues escrever, assim, cheia de sentimentos! Amei esta one-shot! *w*

Beijinhos! ^^


De SoniaKaulitz a 1 de Agosto de 2009 às 14:29
OI ....bem li mas nem por isso gostei.....escreves bem mas eu detesto twc por isso nao axei la grande piada.....mas gostos n se discutem .....
fika bem =) e posta mais da fic que ta linda oki?!


De Sofia a 1 de Agosto de 2009 às 17:21
Wau!!!

Eu gostava de ye conseguir explicar o k axei da fic, mas não consigo.

Neste momento estou a olhar para o ecrã, a sério eu não sei o que dizer.
Está tão linda, tão prefeita *.*

Coitadinho do Tom. :`(
O Bill nem se apercebe, está demasiado apaixonado pela Hayley.

Conclusão: adorei
kuss


De Maria a 1 de Agosto de 2009 às 17:44
Hallo sweety! ^^

Parabéns pelo blog! Parabéns, Parabéns! :D
Adorei tanto esta One-Shot! Está tão linda e fofinha! Tem tanto sentimento e as palavras foram escolhidas da melhor maneira! :D
Escreve mais coisinhas dessas, sim querida?
Beijocas grandes, dear!
:D


De Thaís a 3 de Agosto de 2009 às 14:45
Ainn que bonito, menina você poderia escrever um livro com suas fic's (eu compraria).
Tom desejando o Bill... uiui.
Adoreiiiii

FELIZ ANIVERSARIO !!


De Helena Manson a 3 de Agosto de 2009 às 14:52
Omg, nem tenho palavras.
A one-shot está simplesmente linda! A sério, adorei! Linda, mesmo. Continua :D


De Melancia a 3 de Agosto de 2009 às 15:09
PARABÉNS ao blog!!! Fico muitooo feliz :D

Marii eu peço desculpa mas n vou comentar, eu pessoalmente n sou fa de twincest. Tenho uma gemea e faz me confusao ler, desculpa ;)

kuss


De Joanne a 9 de Agosto de 2009 às 22:51
Oláa! ^^
Finalmente voltei! Desculpa esta ausencia mas estive de férias no algarve e não tinha net por lá --. Bem apanhaste-me totalmente de surpresa com esta OneShot, não estava á espera que postasses twincest, mas nõ é que foi uma das tuas melhores OneShots, para mim?! Está simplesmente fantástica, adorei! Podes postar mais coisinhas twincest que já vi qu tens imenso jeito. (tu tambem tens jeito para tudo! Oo)
Agora vu ler os capiulosda fic que me faltam, tinha tantas saudades! *--*
Beijinho


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