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Sexta-feira, 3 de Julho de 2009

8º Capítulo - Odeio-te a Ti

Hey ;D

Ontem para não pensar em várias coisas, vi o Zimmer 483-live, e hoje acordei e vi o anúncio do Tom ao blog *.*

Tão bom, tão booooom, tou com orgasmos visuais xD ah! e tava lá o cãozinho dele atrás xD

 

 u.u

 

 

Posto agora um capítulo e por volta das 18h outro, ok? =)

Capítulo para a Marianna ;D obrigada querida.

 

Beijinho@

 

Marii K.

 

 

 

 

Oito
Limites
 
 
            Não foi o calor, não foi o conforto que a acordou. Apesar de presente, a dor da ressaca era muito maior. Levantou-se vagarosamente, e pé ante pé dirigiu-se à porta. Antes mesmo de sair para o corredor, decidida a esquivar-se para casa, olhou Tom. Curvado sobre o espaço onde figurava anteriormente o seu corpo, mostrava uma expressão simples e doce que sempre recordara quando eram crianças. Mas havia várias circunstâncias que a impediam de ir ter com ele, de se deitar de novo nos seus braços.
            Havia morte, havia traição, havia deslealdade, havia dor e sobretudo saudade. Saudade que não podia ser remediada de nenhuma maneira. Saudade que não era merecida, e que não tinha, no seu ver, asas para voar. Era persistente e mal encarada, como se fosse um objecto tão velho que se torna invisível aos nossos olhos.
            Quando entrou dentro de casa, não esperava aquele toque tão brusco, que somava a sua vida num dramatismo. Algo não esperado, algo que ele não imaginava em criança, deitou-se sobre uma cama de espera de uma vida melhor, mas ela era tortuosa, repleta de altos e baixos, de partes que saíam disparadas da sua vida. Agora era assim, uma vítima.
            Não conseguia afastar nada, já tudo tinha fugido, o que restava era a dor, e uma figura que apareceu escassas horas depois, que ela também não esperava.
            - Megan! O que se passou? Nunca faltas ao último dia.
            Ela baixou a cara tentando esconder o seu estado do amigo. Mas ele já o conhecia, era inevitável. Ele aproximou-se dela no jardim, pegou-lhe no queixo e elevou-o. Deixou que a boca se abrisse num espanto e passou o dedo pela sua bochecha negra.
            - Não sabia que tinha chegado a isto… - murmurou.
            Ela engoliu em seco, olhou para a porta de casa e continuou a varrer o alpendre, serena.
            - Chega Megan, isto não pode continuar assim. – Revoltou-se.
            - Bill, não te metas.
            - Como não me meto?! Megan isto ultrapassa todos os limites… Tu vens comigo para casa.
            - Não Bill. – Contestou.
            Ele baixou o olhar até a vassoura que Meg agarrava e arrancou-lha das mãos. Encarou-a, furioso e arrastou-lhe pelo braço até perto do seu carro.
            - Tu não entendes que isto não é normal?
            - Bill… pára com isto, eu não vou a lado nenhum.
            - Podes vir para minha casa! Ele não vai lá, garanto-te, e o Tom…bem, ele porta-se bem, e eu também. A minha mãe adora-te! Vá lá! – Os seus olhos brilhavam de ansiedade.
            - Eu estou bem.
            Pousou a mão no ombro do amigo e sorriu timidamente.
            - Então, amanhã vamos ao rio? Convida quem quiseres, eu não contesto.
            Bill elevou a sobrancelha e suspirou, pousou a mão na face de Megan e não mexeu um músculo, até se decidir a falar.
            - Meg, deixa-me ajudar-te.
            - Não há nada para ajudar! Está tudo bem, não vamos perder tempo de férias com isto. Por favor…
            Ele fixou o olhar no carro brilhante, acabado de lavar e fechou a porta que anteriormente tinha aberto para empurrar Megan à força. Queria vê-la segura, queria que ela fosse feliz. Mas como podemos ajudar alguém que não quer ser ajudado?
            - É mesmo isto que queres? – Gemeu.
            Ela assentiu com a cabeça e sorriu afavelmente.
            - Tudo bem. – Disse por fim, abrindo de novo a porta do carro. – O Tom também vai, como castigo Megan Thompson!
            - Odeio quando me chamas isso!
            - Megan, tu odei… - parou sorrindo – não é preciso continuar a frase pois não?
            Ela empinou o nariz e virou costas ao carro com o motor já a ronronar. Entrou calmamente dentro de casa e sentiu o telemóvel vibrar no bolso das calças.
 
            A chamar - Tom
 
            Pressionou a tecla vermelha durante um segundo e escreveu uma mensagem rápida para Bill a combinar o local e as horas para se encontrarem no dia seguinte. De seguida pressionou a tecla durante mais tempo, e desligou o telemóvel. Enfiou-o dentro da mala e saiu de novo para a florista, comprou uma rosa vermelha e dirigiu-se para o local habitual, desta vez com o livro que Simone lhe oferecera nos anos. Ali ficou até o pôr-do-sol. Até suspirar, fazer a troca de rosas e se dirigir calmamente a até casa.
 
 
 
I'm: Tom *.*
Song: 21 guns - Green Day

publicado por Marii R. às 11:36

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abdominais:
De Tommazinha a 3 de Julho de 2009 às 12:15
Hallo!

OMG
O Tom ta tao bommm *.* ( sorry foi so um desabafo xD, n ligues)

Em relaçao a fic, eu acho q ja descobri o q se passou, tenho quase a certeza mas cm n tenho esse quse n vou deitar foguetes antes da festa.
Veremos se estou certa ou n...

Quero ++++++

Bjao ;)


De mariianna a 3 de Julho de 2009 às 14:41
O capitulo é MEU, lá lá lá :DD

Gostei mesmo *-* *tou sem palavras, ainda estou em choque >.< *
Vou ficar á espera do outro ^^

A voz do Tom é tão ... +.+

Beijinhos,
Marianna

P.S. Espero que estejas melhor e tenhas resolvido esses problemas.


De a 3 de Julho de 2009 às 16:17
Hey :)

Babei-me toda com o video do Tom =P
Está tão booom *__*

Em relaçao à fic:
O pai dela bate-lhe? :O

Estou a amar esta fic :D

Quero mais ^^
Beijinhos


De Caroll a 3 de Julho de 2009 às 16:42
Já perdi a conta das vezes que vi esse video do Tom *-*

"I Hope U Guys Like It"
Ahhh, ele é taaaaaaaaaaao Dread *-*

E fofo *q*
Aii, quero ver esse blog xD

Agora, a fic:
A Megan é estupida T_T
Continua a evitar o Tom, arghh
Quando lhe desligou o telefone, tive vontade de lhe arrancar a cabeça com a unha do dedo mindinho *muahahah*

Nunca mais sao as 6 da tarde ='(
Posta lá amor, posta posta posta *q*

Amo-te infinitamnte <'3


De Melancia a 3 de Julho de 2009 às 19:08
Ai Marii! Por favor n fiques zangada comigo! Mas estou um bocado confusa! A culpa não é tua obviamente, aliás a tua fic está a ser relatada de um modo único! O vocabulario, as expressoes, a sua estrutura, tudooo revela uma certa evolucao e, por sua vez revela que o capitulo se encontra na base da perfeição! Aliás, penso que o tema da fic é bastante mais complexo! No entanto, estou me a sentir burra, n estou a perceber muito bem o que se está a passar! Ela e o Tom partilham um passado que trouxe consequencias...e ele pretende ajuda la, mesmo comprendendo que a relacao de ambos n possa avançar mais! E o Bill tb sabe de alguma coisa acerca dela! Ela anda a ser agredida por alguém? Ai! Desculpa, n leves a mal! O capitulo está LINDO! Eu é que sou lenta :(



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