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Domingo, 21 de Junho de 2009

20º Capítulo - Aliados de Sangue

Hey

Não sei o que vos diga, além de obrigado por comentarem agora. Pelo menos, podiam fazer sempre assim, mantém-me muito mais motivada. Hoje escrevi o meu capítulo preferido que é este, e consegui escrever mais um capítulo da Odeio-te a Ti. Eu acho que vale a pena comentarem, pelo menos têm a fic mais rápido e melhor. Mas..enfim, quem sou eu para pedir estas coisas.

Obrigada, really.

 

Agora...

Este é o antepenúltimo ou penúltimo capítulo da fic. Vou acabá-la amanhã.

 

Beijinho ;D

 

Commmments please 

 

Marii K.

 

 

 

20º Capítulo
 
 
            Não era um dia de guerra, ou pelos não se parecia com um. O sol brilhava sobre todo o espaço, iluminava todo o dia que tinham pela frente. Era um dia doloroso, onde era impossível contar cada gota de suor. Apenas se distinguiam os suores frios dos quentes, os do calor e os do gelo da aproximação da morte. Por esse modo se destacavam os mais fortes, os sobreviventes.
            Rose tinha a sua arma apontada a qualquer lado, corria pelo descampado, e deixava um rasto de surpresa mesmo atrás de si. A surpresa de conseguir percorrer todo aquele espaço com um simples objectivo, não sendo alheada das balas e dos gritos sofredores. A vontade de matar era neutralizada pela compaixão que sentia pelos soldados alemães que a haviam acolhido nos últimos dias, e pelo amor duradouro pela sua pátria. Não havia ninguém que tivesse coragem de matar. Sabia que apenas a iria usar em auto-defesa, e sabia também, que poderia não ser capaz disso.
            Sentiu um abalo repentino raspar-lhe o braço, e pregar-se no peito de um recruta alemão. Foi aí que parou de se mover, olhou para a frente e apenas via um mar de recrutas ingleses. Como iria ser agora? Viu um rochedo mesmo há sua frente e deitou-se atrás dele, com a arma apontada para todo o horizonte inimigo à sua farda. Estremeceu ao debater-se com a complicada situação do seu coração.
            Não conseguia escutar.
            Não conseguia ver.
            Não se conseguia mover.
            Não conseguia deixar de sentir um calor incontornável, que a puxava do buraco onde se tinha visto todos estes dias.
            Não deveria estar vestido com o uniforme da Alemanha? O que estava ele a fazer do lado do suposto inimigo, com a arma a arrastar no chão? Os seus olhos tentavam penetrar em todo o pó que as balas faziam, que os passos apressados levantavam do chão, em procura de algo. Levava a mão no coração e o rosto mais desgastado que se podia esperar.
            Tom.
            O que considerava uma tarefa difícil, demonstrou-se tão simples aos seus olhos. Escassas horas para o encontrar, e agora apenas metros os separavam.
            Lançou o corpo para a frente; o seu coração já lá figurava, há tanto, tanto tempo. Em tanto tempo nunca tinha sorrido daquela forma, tão inconsciente, tão pura e tão verdadeira. Há sua frente só tinha o rosto lívido de Tom.
            Deu um salto repentino para a frente, irresponsável, desacordado. Só nesse momento se apercebeu das lágrimas que fluíam dos seus olhos, abundantemente. Tudo o que sentia agora nas suas mãos era irreal, não podia acreditar nos sentimentos que estavam a despertar. Eram de novo aqueles maravilhosos sonhos?
            O corpo de Tom não se moveu, caiu direito ao chão, ele não ofereceu resistência. Deixou-se ser vencido, como se sempre estivesse há espera que fosse interpelado apenas por ela.
            Rose agarrou a cabeça de Tom nas mãos e fitou os seus olhos desesperadamente.
            - Rose – disse num suspiro.
            Nesse momento ela viu o reflexo dos seus olhos nas lágrimas de Tom. Sorriu, e a aclamada guerra tinha desaparecido, eram dois, dois seres juntos unidos por uma força infindável que ninguém poderia sentir senão eles.
            - Foge. – Disse Rose junto do seu ouvido.
            Pegou-lhe na mão com o fim de o arrastar até ao rochedo onde o tinha avistado. Mas uma flecha cravou-se na perna e lançou o seu corpo para o chão, impelindo também Tom para o mesmo sítio.
            - Rose! – Gritou em pleno terror. – Tu estás -
            - Estou bem – interrompeu em sofrimento.
            Tentou agarrar a perna mas Tom foi mais rápido. Pressionou o ferimento e sentiu um arrepio ao ouvir um gemido por parte de Rose.
            - Tu não estás bem…
            - Deita-te. – Ordenou Rose rapidamente, lutando para permanecer com os olhos abertos para fitar Tom.
            Não podia desperdiçar qualquer momento para o sentir de novo. O fogo na sua pele, a falta de palavras, os lábios quentes que o queriam sentir. As lágrimas retidas nos olhos, deixavam de ser dor e voltavam para o estado de felicidade. Quantas vezes pensava ser impossível um amor assim.
            - Eu amo-te Rose. Já o devia ter dito mais cedo. – Sussurrou. – Fecha os olhos.
            - Amo-te a ti também.
            Fechou os olhos, esperando que a sua face desaparecesse, mas estava lá, tão presente quanto antes. Precisava dele no entanto, precisava tanto dele.
            - Tom… - gemeu, ao deixar de sentir o seu ferimento coberto pelas suas doces mãos.
            - Schhh, estou aqui. Vivemos juntos amor, morremos juntos.
            A sua pele foi novamente preenchida de calor. A dor continuava a evadir-lhe, mas havia tanto amor para a neutralizar.
            A imagem era irreal, a guerra a passar por todos os cantos e espaços, em volta daqueles corpos inertes, fingidos pelo terror, tentando passar por mortos a fim de sobreviver. Corpos opostos, mas tão juntos que ninguém suspeitaria que era amor. Naquele campo, todos os outros só conseguiam contemplar ódio.
 
 
           
 

 O que não perceberem agora no fim, digam. Talvez seja um pouco confuso, se não perceberem eu respondo nos comentários ;D


publicado por Marii R. às 21:42

link do post | Comenta e o Tom levanta a camisola | favorita-me
|

abdominais:
De → PanicDoll 8D a 21 de Junho de 2009 às 22:07
Amei oultimo paragrafo. **.
Mais sinhe ??

Jinhoss.


De Ritiik a 21 de Junho de 2009 às 22:45
Hey hey !
Se os matas, Maria, eu esgano-te !! Grrr
nao os podes matar!
Eles q fiquem bem quietinhos ate a guerra acabar.
Deliciei-me toda quando o Tom se declarou T_T
MAAAIS
Beijinho *


De Caroll a 22 de Junho de 2009 às 00:54
Rita, é Mariana --'


De a 21 de Junho de 2009 às 23:52
Hey! :)
*___* A ultima parte está, especialmente, linda! :D
O amor deles é tão lindo e especial [tambem quero ^^] xD

Quero mais ^^
Beijinhoos


De Caroll a 22 de Junho de 2009 às 00:55
Ola amor da minha vidaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa *-*

Tipo, se os matas, deixo de te falar por dez minutos, ai deixo deixo *hunf*

TU DISSESTE QUE IA SER UM FIM FELIZ!
Ou meio feliz
Como queiras --'

Bem, NAO OS MATES!

E fica online depressa, que tenho tanto para falar ctg *-*

Amo-te <3333


De Joanne a 22 de Junho de 2009 às 03:13
Ela encontrou-o! Que capítulo lindo meu deus!
Por momentos pensei que iam morrer os dois. Não podes fazer isso, eles têm de sobreviver xD
Estou morta de medo que eles morram. Mas eles vao ficar quietos, tipo mortos ( xD )
E o ultimo parágrafo, bem, nem tenho palavras, tu escreves com cada coisa. Escreves coisas lindas, eu babo-me toda a ler isto :D
E nao quero que seja o penultimo ou antepenultimo! :c

Estou morta por ler o proximo, apesar de nao querer que acabe.
Beijinho


De Tommazinha a 22 de Junho de 2009 às 12:20
LINDOOOO *.*
N tenho palavras para descrever o qto amei este capitulo!!!
O reencontro deles, o clima de guerra, o ferimento da Rose, td...esta td perfeito!!!!

"Vivemos juntos amor, morremos juntos." - esta foi a frase q mais me marcou!!!

Adoro msm esta historia, quero +++++ pleaseeeeee

Bjao enorme


De Maria a 22 de Junho de 2009 às 21:17
Hallo querida! ^^

OH GOD...Eles finalmente estão juntos...finalmente reencontraram-se! Que felicidade!

Amooooooooooooooooooooooooooooo!

Kiss!
xD


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