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Terça-feira, 16 de Junho de 2009

18º Capítulo - Aliados de Sangue

Hey
Ontem não postei, a minha mãe fez anos...

Tenho coisinhas a fazer, a net está a bloquear..

Obrigada pelos comentários, mas, pedir mais alguns é muito?=/

 

Beijinho@

 

Marii K.

 

 

 

18º Capítulo
 
 
 
            - Posso só fingir de outra maneira?
            - Bill, qual é a tua sugestão afinal?! – Perguntou exasperada, já não aguentava mais o tom suplicante do amigo.
            - Não sei…mas isto não é bom. Diz apenas que fugiste, eu saio durante um instante e digo que desapareceste, vestes a farda e pronto.
            - Não sei falar alemão, eles vão notar que…não sou um de vocês.
            Bill levantou-se novamente. Colocou a cabeça de fora da fresta e procurou alguém que o pudesse denunciar. Mas o “corredor” esta vazio.
            - Veste a farda, és a nova assistente do médico.
            - O quê? Eu não sei fazer nada Bill!
            - E isso interessa para alguma coisa? Queres sair daqui certo?
            Rose assentiu com a cabeça e Bill voltou-lhe as costas.
            Escondeu a farda debaixo de si e esperou que o crepúsculo se aproximasse; aí seria a altura certa. O sono venceu a sua destreza de espera, a cabeça apoiou-se num novo mundo de sonhos.
           
            - Traidora! – Grita a sua voz, seu sotaque subtil e maravilhoso.
            - Não! Tu não entendes!
            - Como me deixaste assim, passaste para outro lado, tornaste-te fraca Rose! Não me apaixonei por ti assim!
            Os joelhos caíram-lhe ao chão, deixou as mãos ocuparem uma forma de súplica em torno do corpo definido de Tom, um Tom diferente, um Tom com o cabelo de rastas louras compridas que emolduravam o seu rosto.
            - Tu amavas-me Tom!
            - Não desta forma, não assim!
            Uma centena de pessoas aparecera na sua frente. Todas elas mulheres, crianças, adolescentes com um envolvente cabelo louro, dourado com uma seara de trigo.
            Elas dirigiram-lhe uma palavra seca, cada uma na sua vez. Não conseguia entender. Era alemão.
            - Tom?! – Perguntou em pânico.
            - Tens de escolher o teu lado, traidora, nós – e fez um gesto redundante em torno de todas as cabeças louras – ou o teu.
            - O meu?
            - Essa tua indecisão… - falava com repulsa – Rose, não podes estar nos dois lados.
            A sua cabeça rodou, o espaço envolvente deixou de ser nítido. Era apenas ela e ele. Tom e Rose. Sozinhos, um par. O sorriso voltou aos lábios do seu amado.
            - Escolho-te a ti Tom! A ti!
            Ambos sorriram.
            Um tom esbranquiçado tomou o sonho, apenas duas mãos juntas. Estava a escurecer, um rosto idêntico ao do sonho figurava à sua frente.
 
             - Rose, tens de te vestir, está na hora. – Soou Bill, melodioso.
            Rapidamente se vestiu e dirigiu-se pelos caminhos apertados e rochosos. Curvas em V, S’s, curvas apertadas, até alcançarem a luz de um candeeiro a petróleo, no meio da “sala” onde tinha sido tratada. Estava vazio, apenas um homem fardado jazia no fundo da sala, demasiado moribundo para ver de onde ela provinha.
            - Apanha o cabelo, é o mínimo que podes fazer para não te reconhecerem e lava a cara. Espera aqui enquanto vou dar o alerta do teu desaparecimento.
            Rose encostou-se a uma parede, viu Bill afastar-se e em espaço de segundos uma série de homens a correr pelas curvas do gruta. Foi então que olhou com mais atenção para o espaço onde estava. Uma série de material desmontável, bastante apelativo para se deitar, um conjunto de utensílios de hospital.
            E foi nessa altura que o viu reluzir à sua frente. Pegou nele e começou a marcar, a contar.
 
            1, 2, 3, 4…
 
            - 33 cortes Rose?!
            Os recrutas juntaram-se em volta de Rose, olhando a mulher corajosa, defensora de uma pátria só sua há escassos anos, mutilada pelos adversários a fim de informações.
            Um dos recrutas grunhiu qualquer coisa e chegou junto dela, limpando a sua testa de suor.
            Rose não deixou tratar as feridas, de facto, sorria até para elas. Era a marca da sua sobrevivência, do seu amor, aquela guerra marcara a sua vida para sempre, quer ela acabasse ali ou não.
            - Não tínhamos combinado seres assistente de médico? – Perguntou Bill quando todos tinham desaparecido, quando a excitação de estar perto de uma mulher se estava a desvanecer dos seus corpos. Sabiam que dali era impossível arrancar alguma coisa, eram recrutas, todos eles. Quer homem ou mulher.
            - Eu disse-te Bill, não tenho realmente jeito para a Medicina.
            Recostou-se na cama desmontável, acariciando os cortes frescos, sonhando com o dia que juntaria novamente o seu corpo com o de Tom.
 
 
 
                       

 


publicado por Marii R. às 21:50

link do post | Comenta e o Tom levanta a camisola | favorita-me
|

abdominais:
De → PanicDoll 8D a 16 de Junho de 2009 às 22:18
Oláa . ^^
Vou acompanhar a tua fic apartir de agora. ;D
E digo-te uma coisaa'
Escreves bem. ^^.
Posta mais sinhe?
Jinhoss' <3


De Ritiik a 16 de Junho de 2009 às 23:15
Hey!
Oh Mariana, escrevs taaao bem , man Ö
Posta maaais
Eu estou super curiosa ehehe
Beijinho *
PS - Capitulo rapido mas estou a espera do cap. da Carol


De Tommazinha a 17 de Junho de 2009 às 00:01
Ai! Esta ate a mim me doeu!!!
Cortar-se a si propria apenas para se fazer passar por mais um mero recruta...tudo por causa de Tom, para o encontrar!!!
Isso e q e amor, ficar cm a marca para sempre no seu corpo n foi motivo para a fazer mudar de ideias e essa atitude so prova a sua coragem e determinaçao para o ter nos seus braços...foi a maior prova de amor q a Rose fez.

Quero +++++++ tou cada vez mais ansiosa

Bjao grande


De nesa a 17 de Junho de 2009 às 14:48
Olá ^^

Tenho que te pedir imensas desculpas, mas eu perdi-me na tua fic =S
Eu prometo que a vou ler assim que entrar de férias completamente..depois dos exames.

E depois comento tudinho!

Desculpa outra vez e eu sei que já é a 2ºvez que peço desculpa por me "perder" nas tuas fic's, mas são tantos blogs que há sempre alguns que ficam e pronto... Espero que compreendas...

Beuijinhos e assim que puder venho ler tudo!


De a 17 de Junho de 2009 às 21:49
Hey :D

Aiii, ameei :D
Quando é que eles voltam a estar juntinhos? ^^
A fic está perfeita, mesmo! :D
Quero mais ^^
Beijinhos


De Maria a 18 de Junho de 2009 às 12:00
Hallo querida! ^^

Este capítulo está lindo! [Finalmente a Rose vai conseguir escapar, mas mutilou-se...OH God]

Espero que as coisas fiquem como ela quer! Junto ao Tom...para sempre...e o Bill tamem tem que sair daquele inferno! TÊm que ir para um lugar sossegado e longe de todos os males!

Ficarei, então, à espera do próximo capítulo!
Kiss muito grande, querida!
xD


De SoniaKaulitz a 19 de Junho de 2009 às 14:14
Ok eu tou a adoraristo , ta um bocado confusa mas ta demaiss.....
Agoras n tenho tido mto tempo pa vir ate aki , mas hj çli os 3 capitulos k tava atrazda e como sempre tao fantasticos ,,,escreves como ninguem....küss


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