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Sexta-feira, 12 de Junho de 2009

15º Capítulo - Aliados de Sangue

Hey=)

 

Esqueci-me de dizer que estava no Algarve e só volto na segunda-feira =), só ponho os desenhos nesse dia.

Anyway, obrigada pelos comentários, poucos mas bons ^^

 

Beijinhoo@@@

 

Marii K.

 

 

 

15º Capítulo
 
       
        - Desta vez consegui trazer estes enlatados.
        - Obrigada.
        A voz de Rose permanecia rouca de tão pouco que era usada. Estava idêntica ao seu pobre coração, tão vazio, tão perdido.
        Os seus olhos encontraram-se como sempre com a cor de mel dos de Bill.
        - Não… ainda não sei nada.
        Ela suspirou, e arranjou a coragem que lhe tinha faltado durante as longas três semanas para falar.
        - Não tenho fome. – Enterrou a cabeça nos braços e suspirou. – Não tenho força, não tenho nada Bill.
        O médico pousou as mãos delicadas sobre o ombro da Tenente, e tentou cobrir a dor, que se pronunciava tão perto da sua mais recente amiga. Uma amizade tão improvável quanto o amor, no meio daquela guerra.
        - Tens de ter esperança. – Acabou por dizer.
        - Coisa engraçada de se dizer no meio de uma guerra. – Resfolegou Rose.
        - Há algo de normal para ti nesta guerra? Para ti, para mim, para o Tom?
        O nome do rapaz fazia o corpo de Rose estremecer, ela apertou-o mais nos braços e tentou esconder o quão tremido ele se encontrava. A única coisa por que esperava era Tom, não tinha tempo para procurar a esperança, a fé ou algo em que nunca tinha acreditado.
        - Deixa-te levar por esta dor pelo menos.
        - Sou ateia. Não vou acreditar em algo, apenas porque preciso.
        - Eu também não disse que era religioso Rose, mas não tens de acreditar em Deus. Acredita pelo menos nele, o que te disse ele quando saiu? – Elevou o queixo da rapariga, mas esta manteve os lábios comprimidos, no que seria uma linha, se eles não fossem tão carnudos.
        - Que te amava com certeza. Deve ter-te dito como era bonito o teu sorriso, que eu espero ver um dia, esses teus olhos profundos, a tua voz é fantástica também. – Sorriu, tentando animar a rapariga, mas na realidade precisava tanto disso como ela. Onde estaria o seu irreverente irmão?
        - Por que razão fazes isto Bill?
        - Tenho mais compaixão do que o meu irmão. Se estou aqui não é para magoar ninguém, não consigo. Sou médico por uma razão. Se ele te amava, se ele tinha compaixão por ti, então eu tenho razões para ter muito mais. Deves ser única Rose.
        Ela engoliu em seco, quase esboçando um sorriso.
        - Isto é tão novo para mim. Fui criada a ser tão insensível. Tu e o teu irmão…têm algo que eu nunca vi, ao longo de todos estes anos.
        - Aprende-se a amar.
        Rose sorriu finalmente.
        - Tens um sorriso tão bonito quanto eu esperava.
        - Ele gostava mais do meu cabelo.
        Bill passou o seu olhar ao longo do infinito cabelo de Rose, castanho chocolate. Soltou uma gargalhada.
        - O que foi?
        - Até os gostos lhe mudaste…
        - Como assim?
        - Ele sempre teve uma certa inclinação para louras.
        - Ah… - proferiu ela num suspiro.
        Reflectiu sobre toda a sua vida, como se encontrava tão falsamente completa até o encontrar. Até se aperceber do que podia acontecer com um simples toque, palavra, sorriso. Cada sensação tornava a sua vida um achado. Cada vez acreditava que se encontrava viva não para salvar quem a rodeava, mas para a salvar a si própria, de uma vida esburacada por sofrimento, por vazio, pela espera de algo que lhe alterasse toda a rotina, toda a dor, toda a vida.
        - Ele vai voltar Rose…
        - Eu sei Bill. Eu sei.
        Um barulho estridente prolongou-se pela gruta, quebrou a conversa e o próprio pensamento. Bill levantou-se lentamente e olhou-a com carinho.
        - Bem, chegaram novos combatentes. Tenho coisas a tratar. Eu volto, ok?
        - Claro.
        Segurou a mão de Rose e apertou-a na sua. Esperava tanto o regresso do seu irmão como ela. Eles esperavam em conjunto, esperavam por um sol em toda aquela cegueira.
 

 


publicado por Marii R. às 13:27

link do post | Comenta e o Tom levanta a camisola | favorita-me
|

abdominais:
De Ritiik a 12 de Junho de 2009 às 15:03
Hey!
OMT Ö
Eu nao me canso PAHAHAH
Eu amo esta fic ( :
É tãão perfeita, man Ö
Onde anda o raio do rastoso ?
--.
O Bill é taao fofinho, eu tb quero um Bill T_T
MAAAIS
Beijinho*


De Ritiik a 12 de Junho de 2009 às 15:03
Primeiraa ;DD
yey!!


De a 13 de Junho de 2009 às 02:04
Hello! ^^

Mas onde é que anda o Tom? T_T
Se ele está magoadooo =/
Esta fic está perfeita :D
Quero mais ^^
Beijinhoos


De Maria a 13 de Junho de 2009 às 15:02
Hallo querida! ^^

Estou morta por saber onde se meteu o Tom! Ele que volte depressa, senão a coitada da Rose fica pior do que já está, se é que é possível!
O Bill está a ser impecável com ela...mas também não era de esperar outra coisa do Bill! Este menino querido está sempre pronto para ajudar os que necessitam! ^^

Estou ansiosa pelo próximo capítulo!
Kiss muito grande, querida!
xD


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